Ultimamente aprendi a ser um escritor mecânico contradizendo aquilo que mais eu repudia.
Sempre errei orações, sejam elas adverbiais ou religiosas, ambas estão fora do meu feitio.
Além disso, ratifiquei a ideia de que estou mais raso que um prato. Deus, quanto vazio.
Nada me revolta além do espaço que abrange do a minúsculo ao Z, esse maiúsculo.
Perdi minha identidade, minha raiz e minha vergonha.
Que retrospectiva mais furada.
Devo ter envelhecido, ou então é o amor. Ou estudos, ou são os outros. Os outros são.
Reta final de mais um período de alienação e desumanidade. Não reclamo, admiro os vencedores e tenho náusea dos que despediçam a chave pra um futuro melhor.
Papo de velho, realmente, basta. É hora de renovar.
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