Vá logo e embrulhe tudo que você tenha de diferente
Guarde-os em seus armários blindados
Vamos esconder tudo que sobressaia
Pule fora do copo antes que toda água caia
Humor, palavras, livros, barrigas, verdades
Pudor, amarras, risos, brigas, puberdade
Não impacte seu vizinho
Limpe-se ao ver seus amigos
Você não sabe ser prejudicado
Muito menos esconder seus pecados
Corra ou morra!
Seja mais um queridinho
Preso em livros tradicionais
Livre de presos irracionais
Cercados de ligas metálicas
Com intuitos bem razos
Com insultos razoaveis
Onde mora quem ignora
Papéis em segredos
Morada do medo
Ser diferente é mais que anormal
Seja um animal, mas seja racional
sábado, 12 de setembro de 2009
sábado, 5 de setembro de 2009
Abdução
Mata velha mata velha distante
Mata velha mata velha distraída
Mata velha mata velha mórbida
Mata velha mata velha de tédio.
Morta e velha
Velha é ela
Sem piegas
Nem tramóia.
Mata velha mata velha distraída
Mata velha mata velha mórbida
Mata velha mata velha de tédio.
Morta e velha
Velha é ela
Sem piegas
Nem tramóia.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Admire a ação
Hoje fugi do sol como um vampiro
Hoje passei um filtro naquilo que respiro
Parei de conviver com toda essa gente
Só pare de confundir-se em ser sã
Porque eu não posso mais continuar
caminhando sendo você, amanhã.
Alamedas ou becos, escuros, atrás
Já estou acostumado em não ser admirado
Não se admire, pra mim tanto faz
Seus passos pouco mudaram, são iguais.
Cumpro suas ordens, crio minha desordem.
Olho os outros sabendo meu lugar
Finjo fugir de você. Finjo correr até anoitecer
Qual era seu rosto?
Como posso ter tanto desgosto?
Apenas tenho inveja do seu bom gosto
Através de ação aciono a ilusão
Vou perdendo suas características
Seu aroma me confunde outros
Seus paradigmas me atacam as vistas
Admire-se apenas em estar vivo
pois na proxima curva você será rendido.
Hoje passei um filtro naquilo que respiro
Parei de conviver com toda essa gente
Só pare de confundir-se em ser sã
Porque eu não posso mais continuar
caminhando sendo você, amanhã.
Alamedas ou becos, escuros, atrás
Já estou acostumado em não ser admirado
Não se admire, pra mim tanto faz
Seus passos pouco mudaram, são iguais.
Cumpro suas ordens, crio minha desordem.
Olho os outros sabendo meu lugar
Finjo fugir de você. Finjo correr até anoitecer
Qual era seu rosto?
Como posso ter tanto desgosto?
Apenas tenho inveja do seu bom gosto
Através de ação aciono a ilusão
Vou perdendo suas características
Seu aroma me confunde outros
Seus paradigmas me atacam as vistas
Admire-se apenas em estar vivo
pois na proxima curva você será rendido.
Incolor
Sua cor não serve pra nada
Da cor não se salva nada
Seus corações são sempre vermelhos
Mas você sempre passa a tinta
Você falha e corrige o erro.
A cor não significa nada
Meu jardim é mais verde que o seu
e Meu sol sempre brilhou quando amanheceu
Mas meu mundo voce já logo esqueceu.
A Cor não salva ninguém
Meu pigmento pouco lhe atrai
O azul da minha piscina não te satisfaz
As cores nunca existiram na paz.
Eu sei a sua cor de cor
Suas cores frias e feridas quentes
Árvore de vida , coloração bem-vinda
Sei a ordem, primárias, secundárias
Uso tintas de quinta categoria.
A cor do som
A cor num tom
Cor do gol, Cor do hall, do tal
Há cores que não vão sobreviver ao mal.
Da cor não se salva nada
Seus corações são sempre vermelhos
Mas você sempre passa a tinta
Você falha e corrige o erro.
A cor não significa nada
Meu jardim é mais verde que o seu
e Meu sol sempre brilhou quando amanheceu
Mas meu mundo voce já logo esqueceu.
A Cor não salva ninguém
Meu pigmento pouco lhe atrai
O azul da minha piscina não te satisfaz
As cores nunca existiram na paz.
Eu sei a sua cor de cor
Suas cores frias e feridas quentes
Árvore de vida , coloração bem-vinda
Sei a ordem, primárias, secundárias
Uso tintas de quinta categoria.
A cor do som
A cor num tom
Cor do gol, Cor do hall, do tal
Há cores que não vão sobreviver ao mal.
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