
Fico pensando sobre a minha visão das coisas, uma pessoa com o mínimo de senso crítico vai entender do que eu estou falando.
Eu nasci, prevaleci e sobrevivi, atravessei algumas etapas até chegar nessa em que me situo e atuo como uma peça, quando é necessário. 4 anos atrás estava pensando em outras coisas, mas quem diria que tudo ia chegar onde chegou? No nada? Chega a puberdade, chega de puberdade, chegam as acnes, as falhas na voz que vai mudando, novos (primeiros) amigos, tudo muda, tudo fora de lugar. No decorrer disso, sempre esbarrei em situações em que a revolta tomou conta de todo meu sistema nervoso, fiquei nervoso, furioso e quieto. Pessoas desiludidas e fantasiosas que tendem a demonstrar aquilo que nunca foi (e nem será)proveniente de sua personalidade, "personas non gratas" que tendem a cair no modismo ao dizerem que são felizes com seus inúmeros amigos populares,ou mesmo com a sua descolada família.
Mas será mesmo que a felicidade é essa que vem de encontro a nós?
Eu não acho. Eu não acho uma solução.
Por um lado, conviver é viver. Saber se relacionar é humano, é claro que de desilusões todos nós estamos a mercê, mas saber aproveitar momentos felizes é o que dá significado a palavra amizade. Mas tem um porém, tem um alguém. Você pode se iludir, mas ilusão custa caro.
Você não tem admiração por si próprio, não exerce uma atividade que te satisfaça, você não se satisfaz. Preencher esse vazio é o objetivo, com muitas pessoas, situações, tentando ao máximo ocupar o tempo, sem momentos para pensar.
Eu quero fugir dos meus pensamentos, fugir daquilo que pode me atacar e me matar de rancor .
Com atitudes você tira uma pessoa do sério, com palavras você tira uma pessoa da sua vida.
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Esse é meu ultimo post pra baixo. Agora vou pro meu submundo.

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