quinta-feira, 23 de julho de 2009

Clã Clandestino

Ancestral comum unido pelo dinheiro
Consangüinidade com o carteiro
Cada um com seu pão e
Cada um no seu chiqueiro.

Nada de totem ou tribo,
A lei agora é ser rico
Cada degrau um beijo
A Cada moeda um novo amigo

Clã Clandestino sem destino
Exógamos de fachada
Sem leis, sem intestinos,
Crianças do fogo sem palavra

Patriarcas dão o exemplo de vida
Seguidores dão o lucro sobre a vida
Ideologia virou quinquilharia
Somos ou não uma bela família?

Vida de clandestino
Em busca do que buscar
Encoberte seu parceiro
Esconda logo esse colar

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